Covil de livros 10 – Deuses americanos




Bem-vindos, amigos, ao Covil de Livros! Hoje, Basso e Edu (sem convidado desta vez) abrem os trabalhos do Covil Geek da semana de homenagem ao grande Neil R. Gaiman e discutem sobre “Deuses Americanos”. O romance publicado em 2001 pelo aclamado autor de Sandman traz uma sedutora discussão sobre mitologia, realidade, crenças e raízes do continente americano, focando nos EUA.

Neste programa vocês podem esperar uma investigação dos nomes utilizados no livro (e aprendemos em O Nome do Vento que os nomes são muito importantes!); a mitologia revisitada por Neil Gaiman e como ela dialoga no mundo de hoje; e a polêmica de Lakeside trazida numa sidehistory do romance.

Que todos os Deuses abençoem todos nós!

Citado no programa: CL03 – A Batalha do Apocalipse.

 

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  • Guilherme Athayde

    Pessoal por que vocês não criam um canal no YouTube tipo o JovemNerd(NedOffice)?!
    Por favor!!!

  • Daniel Franco

    Gostei do podcast, mas o Edu me irrita, acho que é porque ele soa arrogante às vezes, não sei se é personagem ou é ele mesmo. Tirando isto, pretendo acompanhar os próximos. Até mais.

    • coviloficial

      Obrigado por ter escutado! O Edu é assim mesmo, faltou ele apanhar mais quando criança! Mas dê mais algumas chances pra ele que isso vai melhorar!
      Sobre o livro, vc gostou?

  • Pingback: CabulosoCast #123 - Gafes, Micos e Vergonhas Alheias | Leitor Cabuloso()

  • Gustavo Bacelar

    Li o Livro e ouvi o Cast…

    Que livro bom 🙂

  • Mateus Folletto

    Eu gosto bastante de American Gods, gosto de como os deuses são usados e gosto do conceito deles se alimentarem de adoração, principalmente porque é um conceito que eu tenho desde jovem e que adquiri de uns J-RPGs do PS1. Mas o livro apesar de ser bom não é uma obra prima nem nada, e alguns nomes são bem vergonha alheia, tipo o protagonista: Shadow, que tem um nome muito edgy com cara de ser algo pra atrair crianças e adolescentes edgy trevosos.

    • Rodrigo Basso

      Olá Mateus!
      Acho que a escolha do nome foi pra intrigar os leitores e gerar desconfiança desde o início sobre a sutil diferença do Shadow para os outros humanos. Isso não foi algo que me tirou da leitura, mas tem gente q se irrita muito com isso (vide o Ezequias reclamando dos nomes em O Cranio e o Corvo…)
      Particularmente, eu adoro esse livro! Acho impressionante como o Gaiman consegue ter um estilo de escrita que faz vc imergir no mundo, principalmente por conseguir me fazer convencer que algum personagem era um Deus, mesmo eu não fazendo ideia de quem ele era.
      Obrigado por comentar!