COVIL DE LIVROS 25 – BERNARD CORNWELL

Bem-vindos, amigos, ao Covil de Livros! E hoje teremos um programa diferente, porque Basso, Edu e Gui se juntam não para falar de um livro, mas de um autor: BERNARD CORNWELL. Esse escritor nascido em Londres em 23/02/1944 (isso mesmo, ele está com 71 anos! Chupa essa, Martin) é um dos maiores expoentes em romances históricos. Não sabe o que é isso? Então escute o podcast para entender.

Neste programa foram discutidas as principais obras do autos, SEM SPOILERS, para aqueles que queiram conhecer um pouco mais sobre os romances que o autor já publicou e está publicando. Para aqueles que já o conhecem, nossos amigos discutem sobre o estilo de escrita e sobre os temas polêmicos abordados pelo escritor.

Visite a página do Bernard Cornwell

 

 

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  • Lucas Mancio

    Muito bom o podcast parabéns aos envolvidos!
    Comecei a ler Bernard pela trilogia do rei Arthur e amei e dele migrei para Leonel Caldela, posteriormente li a saga A Busca do Graal, mas infelizmente não gostei tanto, acho que por que estava com a expectativa muito alta devido a trilogia do Arthur, há meses que estou a fim de começar a ler as crônicas saxônicas e só não comecei por medo de decepcionar novamente mas a animação de vocês ao falar sobre a obra me convenceu a vencer o medo e começar a ler logo.

    Mudando de assunto, façam um programa no mesmo molde sobre Stephen King =D

    abraços e parabéns novamente

    • Valeu Lucas! Cara vai na fé, o Cronicas é um livro divertidíssimo e bem regado a sangue XD, e quem sabe tem algo do senhor King sendo preparado, não sei, talvez, veremos XD

      • Lucas Mancio

        Ja li 6 livros das crônicas saxônicas, e de fato excelentes, estava lendo em uma média de 1 livro a cada 3 dias, todos eles empolgantes e sem barrigas ^^

        • Poxza, Lucas, que bom que vc está gostando do Bernard Cornwell. Particularmente, achamos que existem algumas “barrigas” em Crônicas Saxonicas, mas nada que prejudique mt a leitura.

        • Cara, que bom que vc gostou tanto das Crônicas. Particularmente nós achamos que tem alguns momentos de extensa calmaria, mas que fazem parte do ritmo do livro.

  • Andre Garcia

    Otimo tema

    • Obrigado, Andre 🙂
      Estamos pensando em fazer mais programas sobre autores, no estilo que fizemos esse. O que vc acha? Ou vc gostou só porque era Bernard Cornwell?

  • Alexandre

    Parabéns pelo programa.

  • Moacir Führ

    Bacana o podcast. Pena que vocês não leram todos os livros, mas mesmo assim eu gostei.

  • Wagner CS

    Cadê o link do vídeo do arqueiro?

  • Gustavo Bacelar

    Li o Livro e ouvi o cast

    Cronicas saxonicas *-* to no ultimo livro
    A trilogia do Arqueiro *-*
    Ainda falta ver Cronicas de Arthur

    Estou querendo ler Conn Iggulden que também escreve ficção historica, mais especificamente a saga O Imperador (historia de Julio Cesar de Roma)

  • Isa Prospero

    Ótimo episódio! Desde que saiu já foram lançados mais dois livros das Crônicas Saxônicas, mas tive que deixar um comentário. Sou muito fã do Cornwell, mas não conhecia essa seção de respostas no site dele. Tem umas 200 páginas já, mto legal da parte dele.
    Li alguns livros do Sharpe, mas não me cativaram tanto. Mas as outras séries são fenomenais, as duas Crônicas especialmente. De tudo que vcs falaram, gosto mto de como ele leva a sério a religião e as crenças dos personagens. Não só o Merlin, mas nas Crônicas Saxônicas ele mostra o medo que a galera tinha de feiticeiras como a Brida, e como o próprio Uthred tira proveito dessas crenças de vez em quando (lembro de uma cena em que ele desenterra uns esqueletos para intimidar o inimigo, mas antes faz um sacrifício para se proteger). Nas Crônicas de Artur, ele chega mais próximo da fantasia, mas mesmo assim deixa a magia bem ambígua: e o leitor acredita no que preferir. Muuuito bom.
    Quanto às mulheres, minha única crítica é que elas sempre são ou velhas medonhas ou Wessex’s next top model, mas já aprendi a relevar. Gosto que as mulheres do Cornwell têm personalidade forte e exercem influência no mundo, apesar de não terem mtos direitos nem oportunidades de exercer o poder diretamente – aliás, adorei o livro (acho que é o oitavo) em que o Uthred tenta colocar a Aethelflaed no trono, mas tem que combater o preconceito generalizado de que é impossível uma mulher governar. De todo modo, o Cornwell mostra como é perfeitamente possível vc ter um livro ambientado na Idade Média com personagens femininas bem construídas e que têm um papel na trama.

    • Valeu Isa, então, Cornwell é mesmo incrivelmente divertido de ler, eu(Edu) tentei ler o Sharpe esses dias, mas olha, não ta me empolgando muito, acho que é o momento histórico que nunca me agradou tanto, Sobre as “next top models”(amei o termo) quase sempre eu encaro como pegadinha do narrador, naquela de “é a visão da personagem e pra ele é linda e pronto” tanto que tem um livro ai, que uma pessoa é descrita por um personagem como a coisa mais maravilhosa que andou e anda sobre a terra, e ai quando um outro fala dela ele diz algo como “ah ela é bonita, mas não é tudo isso não” e realmente, Cornwell tem mão pra dar importância e trabalhar bem personagens, independente do gênero, que bom que tu continua nos ouvindo ^^, até a próxima!