Covil de Livros 50 – Decifrando A Crônica do Matador do Rei

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CINQUENTA PODCASTS!!!!

Para comemorar essa marca no Covil de Livros, reunimos os matadores de reis Basso, Edu, Ezequias, Priscila e Gustavo para discutir a melhor saga de fantasia da atualidade: A Crônica do Matador do Rei, do mestre Patrick Rothfuss!

Parem as prensas! Nossos Arcanistas QUEBRARAM o código desses livros e desvendam os segredos que nos aguardam no final dessa trilogia. Quem é o Grande Tarbolim? O que Kvothe guarda dentro do seu baú? Qual foi o destino da Denna? Por que o Kvothe não faz mais Simpatias ou toca seu alaúde? Qual Rei será morto? E a pergunta que o Ezequias não para de fazer: a Lua me traiu?

ALERTA DE SPOILERS de todos os livros, inclusive de AS PORTAS DE PEDRA (que nem saiu ainda…)

E não se esqueçam que a verdade está lá fora.

Citados no programa:

 

Quer falar com a gente? Então…

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Ou mande um e-mail para COVILDELIVROS@COVILGEEK.COM.BR

  • Hercules Passos

    Acredito muito que quando o Kvothe precisou escolher entre tudo o que ele conquistou e a vingança contra os Chandrianos ele escolheu a vingança. Só que quando olhou para traz depois de ter conseguido a vingança ele percebeu tudo que perdeu, e depois disso ele preferiu abdicar de tudo e viver recluso naquela vila. Só que agora o mundo precisa dele e o objetivo do escriba é despertar novamente o Kvothe.

  • Hercules Passos

    Sobre o rei morto eu não imagino quem possa ser, mais a morte será efeito colateral de alguma outra coisa que o Kvothe irá fazer.

    • Rodrigo Basso

      Que a culpa é do Kvothe, acho que já é de comum acordo com todo mundo. Resta saber que m*rda ele fez agora…

  • Hercules Passos

    Parabens o trabalho de vcs é maravilhoso, continuem assim.

    • Rodrigo Basso

      Obrigado!

  • Alexandre

    FINALMENTE! Esperei bastante por este episódio, e está sensacional! Essas teorias me deixam ainda mais ansioso para o próximo livro. A propósito, excelente trabalho. Abraço.

    • Rodrigo Basso

      Nós também esperamos bastante pra fazer esse episódio, mas tinha que ser numa data especial! Obrigado por ouvir!

  • Petrus Augusto

    Bem.. uma coisa eu tenho certeza,

    Assim que terminei de ler o livro 2.. Eu pensei:
    Certamente, vai ter mais 4 livros.

    • Júlio César

      ‘-‘ O autor ja falo q vai ter 3 livros. Eu acho q vai acabar no terceiro mesmo

      • Petrus Augusto

        Bixo.. Se ele for ficar só nas memorias do Kvothe (tipo, o arco do Cronista, pro exemplo).. Ai sim, concordo..

        Mas certamente ele não vai…

        Ele vai terminar a história do passado de Kvothe, vai terminar com ele abrindo a caixa, recuperando a confiança, e, ‘pronto para uma nova jornada’… E dai, vem mais três livros.

        Fica vendo.. 😉

        • Rodrigo Basso

          Aí Du, mais um pro seu time

          • Petrus Augusto

            xD kkkkk

        • Thiago H. Rodrigues Santos

          se for isso, acho que desisto. Esperar mais 15 anos pra ver o desfecho do chandriano… Patrick não tem coração… mas em compensação ele tem uma história incrível nas mãos e terminá-la envolve muito mais que o agrado aos fãs. Tem que ser simplesmente do jeito certo. Nada de surpreender a gente com algo do tipo aquele filme “Identidade” suspense de James Mangold de 2003.
          Com toda essa espera esse livro tem que no mínimo superar nossas espectativas pois com todo esse tempo com certeza alguém já esbarrou na verdade, ou teorias categoria “spoiller”.

        • Júlio César

          tomara kkk

  • Gustavo Bacelar

    O Podcast ficou muito massa, acho que desvendamos uma grande parte do Código Patrick, agora é so esperar as portas de pedra. Parabés pessoal, a edição ficou ótima 🙂

    • Rodrigo Basso

      Parabéns pra nós!

  • Agradessaum

    Não conhecia o trabalho de vcs até hj, fiquei de tarde ate agora ouvindo o primeiro e o do Temor do sábio e vou ouvir este podcast ainda hoje. O nome do vento é meu livro preferido fazendo com que essa trilogia seja a minha preferida, muito bom o trabalho de vcs estou ansioso para ouvir este e de mais alguns livros que eu já li.
    Gosto muito do livro As mentiras de Locke Lamora ainda terá podcast da saga dele tbém?

    • Rodrigo Basso

      Olá, Luan. Bem-vindo!
      É a nossa saga de fantasia preferida também aqui no Covil. O Igor Rodrigues, do podcast O Drone Saltitante, nos falou que o Locke Lamora é parecido com o Kvothe, o que despertou minha curiosidade, mas eu não li ainda. Então, pode ser que tenha uma programa para esta saga.
      Depois nos conte o que vc achou do podcast e se concorda com as teorias.
      Abraços!

      • Camila Roque

        Menino não parece não, Kvothe é único e eu confesso que não gostei muito de Locke Lamora porque fui na expectativa de encontrar algo parecido ao que o Pat fez. Não deu, claro.

        • Rodrigo Basso

          Olá Camila! Nossa, esse meu comentário tem 2 anos! Deixa eu atualizar as coisas aqui! kkkkkk
          Então, acabei lendo os livros (os que estão traduzidos) do Locke Lamora e digo q não encontrei muitas semelhanças também não.
          Claro, ambos trabalham com 2 linhas temporais de narrativa, ambos são sobre “meninos super dotados q passam a perna em todo mundo”, ambos os protagonistas tem uma boa dose de tragédia (inclusive serem órfãos), mas naquilo que importam mesmo, são MUITO diferentes.
          Digo que me sinto tentado a trazer o Igor aqui e decidir isso (ou talvez chamá-lo para um duelo), mas ainda estou flertando com essa ideia.

          Abraços e obrigado por comentar!

  • Carol Gonzalez

    ooi!
    Faz mais ou menos um mês que eu descobri o covil de livros em um grupo do facebook sobre As crônicas do matador do rei!
    Para ser sincera estava triste porque queria ouvir muuuitas terias de vocês sobre a história. E agora BUW, chegou!
    Ainda não ouvi, está baixando rs
    Gostaria de indicar um livro que não é fantasia… isso foge um pouco do que vocês gostam de ler?
    É A Sombra do Vento do Carlos Ruiz Záfon… da série do Cemitério dos Livros Esquecidos.
    É livro para amantes de livros… meu maior desejo era ouvir um podcast sobre o Nome do Vento e sobre Sombra do Vento! Vocês já realizaram um vou ficar na torcida para rolar o outro! =D

    Parabéns pelo trabalho!!
    Ps: se não for abuso gostaria de fazer uma crítica rs. O volume do áudio de vocês varia muito… eu escuto muito no ônibus então tenho que deixar alto porque as vezes não entendo o que vocês estão falando, mas as vezes acontece de dar uns agudos até dói rs

    Mas eu não vou deixar de ouvir vocês por causa disso! Até hoje só ouvia Nerdcast… tô feliz por ter encontrado outro podcast que eu fique empolgada =D

    Ah! Eu sou de SP e tenho 23 anos ^^

    • Hercules Passos

      Eu conheci o covil de livros quando procurava sobre podcast sobre literatura, ai quando vi que um era sobre o o Nome do Vento já me apaixonei, só não ouvi todos porque são de livros que ainda não li rssss

      • Carol Gonzalez

        As vezes escuto de alguns livros que não li exatamente para decidir se vou ler ou não! rs

        • Hercules Passos

          Tenho medo de SPOILERS !!!!!

          • Todos temos! (menos o Du)

          • Carol Gonzalez

            haha mas se o livro não esta na minha lista de leitura os spoilers são benéficos!

    • Não é abuso nenhum! Críticas são mt bem vindas. Nosso editor já entrou em contato com um profissional para pegar uma dicas e ver se resolve esse problema e outros na edição…
      Vamos dar uma olhada nesse A Sombra do Vento que vc indicou, talvez possamos fazer um programa sobre ele, mas não prometemos nada!
      Obrigado por escutar e comentar.

      • Carol Gonzalez

        Espero que gostem!
        Agora já ouvi o podcast e posso comentar! rs Adorei ouvir as teorias!
        Sobre Tehlu e o Escanis eu via somente como a religião da época. Nunca pensei nos tópicos comentados!
        A teoria que mais gostei é dos monólitos cinzentos serem uma espécie de portal! Um ponto que para mim reforça a teoria é que perto da fazendo onde teve o ataque dos Chandrianos (por causa do vaso) havia um monólito perto!
        Enfim, adorei!
        Todo apoio para vocês continuarem!

        • Rodrigo Basso

          Obrigado, Caro.
          Eu não fazia ideia dessa teoria dos Monolitos, mas está cada vez mais fazendo sentindo pra mim…
          Obrigado pelos comentários!

  • Tom Souza

    Os seus podcasts são são ótimos! Sempre ouço, mas nunca comentei. Mas já que é sobre teorias, tenho uma (que me orgulho de ter criado) que postei em um grupo do livro e o pessoal achou bastante plausível:

    Bem, muito se especula se o Kvothe irá realmente matar um dos 7. Mas… Como? Suas habilidades são suficientes para lutar de igual pra igual com esses seres “divinos”? Aí é que está minha teoria, acho que no terceiro livro, o Kvothe irá se tornar um “Cantor”. segue os trechos:

    “― Quem o mantém protegido dos Amyr. E dos ‘cantores’? E dos sithes? De todos os que gostariam de feri-lo no mundo? ― indagou Haliax com serena polidez, como que sinceramente curioso a respeito de qual seria a resposta. ”

    Halliax para Gris.

    -O nome do vento.

    E um trecho bastante sugestivo, de quando o Simm pergunta pra onde eles queriam ir, se pudessem estar em algum lugar:

    “– Para onde você iria? – insistiu Simmon, obstinado. – Em busca de aventura?

    Pensei por um momento, calado. – Acho que eu iria ao Tahlenwald – respondi.

    – Ficar com os Tahl? – perguntou Wilem. – Eles são um povo nômade primitivo, pelo que ouvi dizer.

    – Tecnicamente, os Edena Ruh são um povo nômade – retruquei num tom seco. – Uma vez, ouvi uma história de que os chefes das tribos deles não são grandes guerreiros, ‘são cantores’. Suas canções podem curar doentes e fazer as árvores dançarem. – Dei de ombros. – Eu iria lá para descobrir se é verdade.”

    Kvothe, Simm e Wil

    -O temor do sábio.

    E tem um trecho, já na narrativa presente, que pode ser uma metáfora, um fruto dos dias que ele aprendeu a “tocar as sensações”, ou uma pista de que ele realmente aprendeu Bardês com os Tahl:

    “―Deixe-me dizer uma coisa antes de começar. Já contei histórias no passado, pintei quadros com palavras, contei mentiras terríveis e verdades ainda piores. ‘Certa vez toquei as cores para um cego. Passei sete horas tocando, mas, no fim, ele disse que conseguia vê-las: o verde, o vermelho e o dourado’…”

    Kvothe para O Crônista e Bast.

    -O nome do vento.

    • Agora que vc “perdeu o medo” de comentar, sinta-se livre pra fazer isso nos próximos programas!
      Na sua teoria, o Kvothe iria matar através da música? Como vc imagina isso?

      • Tom Souza

        Não necessariamente matar com música, mas como os “cantores” conseguem “ferir” o chandriano e o Kvothe tem curiosidade de ir pra terra dos cantores, acho possível.

        • Rodrigo Basso

          HUmm, entendi.

    • Thiago H. Rodrigues Santos

      Sua teoria acaba de me dar um insigth. Qd o Kvothe chama o nome da feluriana ele não o diz, mas sim o canta. Seria um indício de que há algo de especial nos cantores de nomes…

      • Tom Souza

        Verdade! Nossa, muito bem lembrado!

    • Camila Roque

      Talvez por isso agora ele não goste e não consiga mais cantar, talvez ele se tornou tão poderoso através do canto que agora sente medo disto ou, o que eu acredito mais, ele tenha perdido essas capacidades ao trancar seu nome no baú (e se matar, ao fazer isso, matando assim o rei)

  • Nelson Lopes Brentan

    Olá. Não sou mto d podcasts, mto menos d comentá-los, mas por indicação ̶a̶m̶e̶a̶ç̶a̶ ̶d̶e̶ ̶c̶a̶s̶t̶r̶a̶ç̶ã̶o̶ da minha esposa eu escutei o d vcs. As Crônicas do Matador do Rei é minha série de livros favorita atualmente. Me diverti mto escutando as teorias, algumas achei mais plausíveis q outras. Achei interessante a ideia da Auri ter uma importância mais vital na história (preciso ler A Música do Silêncio ainda), tb gostei da teoria sobre os “demônios” serem criaturas encantadas. Sou do time q acha mais provável q a limitação do Kvothe é mto mais psicológica e traumática do q qualquer outra coisa. Tb acho q é praticamente certo q o Kvothe esteja sendo manipulado d alguma forma pelo Chandriano – temos os encontros dele com a Dena pra confirmar isso. Uma curiosidade q surgiu na minha cabeça enquanto ouvia o cast é q se o Scarpi (é assim q escreve?) se encrencou com a igreja por conta da história do Haliax e a queda das sete cidades, o q teria acontecido com a Dena, uma vez q a sua canção se tornou tão famosa? Perguntas, mtas perguntas…

    • Mas eu só coloquei o cast no ceu celular e falei: ouve amanhã >:

    • Rodrigo Basso

      Olha aí o famoso Nelson dando as caras no Covil! Vez o outra eu percebo sua “participação” no Cabulosocast.
      Como assim vc não leu o livro da Auri, o ser mais fofo do Universo??? É uma experiência mt boa este livro, diferente de tudo o que eu já vi.
      Sobre a canção da Deena, eu não acho q ela tenha ficado famosa não. Pelo o q eu lembro, ela tinha mostrado apenas para o Kvothe, ela não estava apresentando a música para o público ainda.

      E é óbvio q vc está no time do problema psicológico! A Pri é a mais adepta dessa ideia no cast!!!

      Obrigado por vc ter aberto uma exceção pra gente e comentado no nosso programa.

      • Thiago H. Rodrigues Santos

        O Kvothe menciona em um dos interlúdios que a música ficou famosa sim. Que eles já a devem ter ouvido…

        • Rodrigo Basso

          Humm, eu nao me lembrava disso. Valeu!

  • Tom Souza

    Não precisam esperar até o livro três, façam um podcast sobre o conto do Bast! rs

    • Rodrigo Basso

      Isto está sendo estudado, Tom, pq o conto é curto e não sabemos como abordá-lo. Mas aguarde que em breve teremos uma resposta pra isso!

  • Aline Rocha

    Fiquei muito contente quando saiu esse podcast. Agora a expectativa é que o terceiro livro saia a tempo de ser o tema do podcast número 100! 😀
    Bom sobre as teorias, se for comentar todas o comentário vai ficar enorme, então vou ficar com a teoria final de vocês: Kvothe está sendo controlado pelo Chandriano. Mind Blow! Explica tudo! Liga todos os pontos. Genial mesmo.
    Parabéns por esse episódio, galera!
    Ps: palmas para a análise de que toda a história do Interlúdio é uma consulta psicanalista! kkkkkkkk

    • Rodrigo Basso

      Obrigado, Aline, pelos elogios.
      Eu REALMENTE espero que o último livro saia antes do CL 100!
      Obrigado por escutar e comentar.

  • Tom Souza

    Ok, só mais um comentário, rs. Pra reforçar a ideia de vocês: Princess Bride é um dos filmes favoritos do Patrick Rothfuss.

    • Ezequias Campos

      Putz, vou ver.
      Procurando nas locadoras…

    • Rodrigo Basso

      Poxa, mais uma coisa em comum com o nosso ídolo!
      Eu não acredito ainda que o Ezequias nunca viu esse filme…

  • Pingback: CabulosoCast #162 - Para Estudar Teoria Literária | Leitor Cabuloso()

  • Ezequias Campos

    Só um mistério agente não resolveu:
    QUANDO este bendito próximo livro vai sair.

    • Rodrigo Basso

      Chama o Mulder ou a Scully (que são AGENTES) para tentar resolver esse mistério.

      • Ezequias Campos

        somos agentes do caos, ta tudo certo

        (sim demorei isso tudo para entender onde eu estava errado)

  • misteriousn

    É esse que tem o cara falando “meu nome é inigo montoya”?

    • Rodrigo Basso

      Sim! O grande ator Mandy Patinkin interpreta o Inigo Montoya, um espadachim que busca vingança contra o homem de seis dedos que matou seu pai.
      Esse filme é mt bom e nostálgico! Queria fazer um podcast sobre ele.

  • Thiago H. Rodrigues Santos

    A minha teoria é de que a Auri é realmente princesa que foi abusada por alguém da realeza, quiçá o próprio rei. Que ela é sequestrada ou levada de volta pra junto de seu algoz e o herói salvador de donzelas em perigo kvothe vai atrás dela. Sendo Auri conhecedora do nome do mundo ou da realidade em si, que seja. Precisaria de alguém verdadeiramente poderoso pra conseguir leva-la, minha opinião é algum dos chandrianos que, ou trabalha com o rei ou se passa por ele. Kvothe ao tentar resgatá – lá deve vê – la sofrendo ou mesmo morrendo, ele absorve a culpa para si, mata o rei e acaba por desistir de tudo depois de ter causado algo de ruim para Auri.

    • Thiago H. Rodrigues Santos

      E mais, parabéns pelo trabalho de vocês. Há tempos buscava alguém com quem pudesse partilhar teorias e esse podcast supriu muitas delas. O grande problema é que me fez ainda mais aborrecido por não ter o livro 3 ainda…As vida que segue. Não teria tempo de ler nada até o segundo semestre desse ano mesmo. Enfim, congratulações

    • Rodrigo Basso

      é possível isso tb. Mas não quero acreditar numa teoria em que o Kvothe é responsável (mesmo que indiretamente) pela morte do ser mais fofo do universo! Eu nao sei se estaria pronto para perdoá-lo…

      • Thiago H. Rodrigues Santos

        Talvez o próprio Kote não esteja preparado para perdoar-se. Eu não estaria, e provavelmente ele não está naqueles momentos, a fim de entoar uma bela canção. Afinal o Kvothe não é Joseph Klimber…

      • Thiago H. Rodrigues Santos

        e pensando aqui agora talvez não aconteça algo tão grave como a morte, mas imagine o que vc faria com alguém que possivelmente abusou do ser mais fofo do universo…

        • Rodrigo Basso

          Nada menos que os 9 círculos do inferno… antes mesmo de morrer.

  • Clayton

    Muito boa as teorias/spoiler do cast.
    Estão de parabéns, mais um ótimo episódio.
    Vim trazer algo que achei curioso relendo o temor do sábio, na história do Jax que rouba a lua conta que no alto de uma montanha ele encontra um velho sábio/louco que se apresenta como ‘ouvidor’ interessante porque lembra muito o próprio papel da Auri. O modo como ele “ouve” todas as coisas e conversa com elas e etc.
    Seria a Auri uma ouvidora? Ou ela teria chegado ao nível de criadora, como os primeiros antes dos nomeadores?

    Outra coisa interessante que me deixou incasquetado foi um termo usado na taberna do Kote pra se referir ao rei determinado momento no livro: “O rei penitente”. Tentei achar uma pista se esse termo casaria com o Ambrósio e não achei.

    Acredito que encannis é de fato o Haliex afinal o próprio terlu é um dos Amyr/anjo designados para caça lo na história que Kvothe ouve de Sharpi.

    Outra coisa interessante é a interação do Kvothe com o Brandon um Lord de vintas (que suspeitamos ser o mecenas da Denna e membro do chandriano) quando estão jogando tak.
    Ele fala que seu desejo não é só jogar pra ganhar pois seria muito fácil, seu desejo é jogar uma bela partida, pois só uma bela partida é digna de ser ganha.
    E se for isso? E se o membro do chandriano estivesse a par de tudo sobre o kvothe e deixando rolar pelo desejo de jogar e ganhar uma “bela partida”?
    Sabemos que Dena sabe mais do que diz, na discussão com Kvothe por causa da canção de lanre ela diz que conhece coisas secretas também. Pra mim ela é sim uma “peça de tak” manipulada pelo chandriano afim de alguma forma exercer controle sobre kvothe.
    É isso.
    Abç

    • Rodrigo Basso

      Interessantes os pontos que vc trouxe. Eu já tinha debatido com a Priscila a possibilidade do Chandriano estar apenas “engordando o porco para o abate”, um fato que ocorre muito em mangas/animes, onde o vilão quer que o herói fique mais forte para ter um bom combate. Mas isso combina mais nessas midias citadas, onde o vilão tem algum censo de honra ou busca se aperfeiçoar (novamente, algo que se alinha mt na cultura oriental). Por isso, pensamos que o Chandriano está sim deixando o Kvothe se desenvolver e até mesmo incentivando-o, mas eles tem um motivo mt específico pra isso, algo que vai ajudá-los, não apenas proporcionar um bom combate.
      Obrigado por escutar e comentar!
      Abraços

  • Thiago H. Rodrigues Santos

    com relação à idade do Kvothe, na primeira conversa com o cronista ele diz que faz muito tempo que deixou de ser Kvothe e agora é só Kote, e o cronista logo rebate que não se passaram nem 2 anos…
    Não se sabe quanto tempo se passou em As Portas de Pedra mas faz pouco tempo que ele é tido como morto.
    Outra coisa é que o Skarpi é próximo do Cronista e que ele estava indo ao encontro dele quando encontrou o Kvothe. o Kote disse que achou que o Skarpi seria o primeiro a encontrá-lo então podemos supor que o skarpi será personagem mais presente no livro 3.
    Feluriana disse nunca ter existido um Amyr que não fosse um encantado…
    e nos interlúdios o Kote demostra muito conhecimento sobre os encantados como o fato de reconhecer os scraels e sobre os troca peles. imagino mais um grande periodo passado pelo Kvothe na terra dos encantados no livro 3. mas sem se encontrar com feluriana, pq ela não o deixaria ir embora de novo.
    e a ultima coisa é que ele menciona, acho que em o temor do sábio que ainda ão sabia o que era trizteza de verdade. aí imagino o que seria tristeza de verdade pra um sujeito que perdeu toda a família do geito que perdeu e passou a infancia do jeito que passou…

    • Rodrigo Basso

      Olá Thiago.
      No seu palpite, quantos anos (mais ou menos) o Kvothe tem no momento que está narrando a história nos Interlúdios?

      • Thiago H. Rodrigues Santos

        22 ou 23 Pensando que passou mais 2 ou 3 anos nas portas de pedra mais uns 2 até que ele narre a história. Sua aparência de mais velho o acho que se dá por um longo período passado na terra dos encantados.

  • Thiago H. Rodrigues Santos

    E eu não paro de comentar, mas um último. Na verdade uma pergunta e uma informação. O kote afirma que ele mesmo se deu esse nome qd chegou àquele lugar onde firmou sua hospedaria Marco do percurso.
    “Chamava-se Kote. Escolhera o nome com cuidado ao chegar a esse lugar. Havia adotado um nome novo pela maioria das razões habituais e também por algumas inusitadas, dentre as quais se destacava o fato de os nomes não lhe serem importantes.” (o nome do vento)
    e a pergunta: seria o Martin maluco na verdade o Marten?

    • Rodrigo Basso

      Não sei, mas essa afirmação foi a primeira que me inquietou: por que os nomes não são importantes para ele NESSE MOMENTO? Até onde vimos na narrativa do passado dele, os nomes eram essenciais! Por que quando ele se estabeleceu ali nao eram mais importantes?

  • Thiago H. Rodrigues Santos

    “Minha primeira amada de verdade me chamava de duleitor. Porque gostava do som…” qd inicia sua narração da história em o nome do vento o Kvothe diz isso… não lembro de Denna dizer isso então acho que a história dos dois não se envereda em primeira instância para o amor. O que me faz pensar que a Denna. Se não é o amor do kvothe, deve ser, talvez uma duas caras, quem sabe a missão dela desde que encontrou com ele na ida pra universidade não era espiona – lo ou instiga – lo a alguma coisa. Sei que a Auri disse que poderia dar um novo nome pro kvothe e dizer que é só pq gosta do som é bem a cara dela na minha opinião. E casaria com a conotação dupla que voces mencionaram para os presentes que ela deu. Ao kvothe no livro dela. O beijo, a vela e um lugar pra ficar junto a ela. E quem sabe um novo nome qd o dele ficasse pesado demais. Se o primeiro amor dele lhe deu um nome novo, quem sabe a Auri não é esse amor? ? O que acham. Seria mt viagem minha?

    • Camila Roque

      Respeitaria demais esse casal, mas não acho que o Kvothe veja a Auri dessa forma, parece ser algo muito mais maternal. Em contrapartida, acho que a Denna chamaria sim o Kvothe de Duleitor, porque ela também é ligada a música e questões assim.

  • Thiago H. Rodrigues Santos

    E mais. Não é meio suspeito que o abenthy se despeça da trupe do kvothe logo no capítulo antes de o chandriano matar quase todo mundo? E outra, ele, o abenthy é um excelente dançarino como o próprio kvothe descreveu qd o Ben dançou com a mãe dele e poderia mt bem usar uma bengala futuramente, não seria ele mais um infiltrado pra “guiar” o Kvothe na direção certa? Fico pensando se não estão preparando o Kvothe para ser possuído. Não sei se pelos amyr ou n por outro ser mas na história do skarpi os amyr, incluindo tehlu. Meio que desaparecem da vista. Quem sabe eles não estejam atrás de um corpo físico. Que precise ser forte o suficiente pra suportar o poder que eles trazem, ou quem sabe o Kvothe tranca no seu baú esse ser que o possuiu e que levou as habilidades do kvothe com ele qd foi trancado.
    Puts. Tô ficando meio doido com essa espera.

  • João Farias

    Pra mim, pra alcançar o objetivo dele, talvez a vingança, talvez salvar Denna, ele teve que matar Auri. Isso que quebrou o Kvothe.

  • Cabral Gustavo

    Bem, esse é o primeiro PodCast que escuto na verdade. Adoro ler esse tipo de livro fantasioso, com paralelos a nossa realidade e cheguei neste canal justamente porque já faz muito tempo que li ambos os livros e estou angustiado aguardando o próximo. Quase me sinto no direito de não achar “justo” essa espera que os escritores / autores nos fazem passar. Enfim, por isso, cheguei neste canal. Primeiro, parabéns pelo trabalho com o Covil de Livros e espero que continuem com essa empolgação e energia. Infelizmente, parece ao meu ver, que a cada dia que passa, é menor o número de pessoas interessadas em ler. Sempre é mais fácil passar o tempo digitando no facebook ou vendo tv.
    Bem, uma das discussões mais interessantes que achei no PodCast #50 foi sobre a “perda” dos poderes de Kvothe e onde estariam seus grandes amigos / companheiros ou o que exatamente teria acontecido com eles. Vou abordar essa aqui, pois é uma das teorias que acho que se encaixa mais no fato de “teoria da conspiração”, pois acho que o livro realmente não deixa muitas pistas escritas sobre o ocorrido. Sou muito cético e por isso tendo a fazer análises mais simples, por isso gosto muito de escutar e ler sobre as análises mais fantasiosas de todos vocês!! Não me lembro quem comentou sobre o Patrick Rothfuss ser bem “pendular” na escrita do livro, se foi o Basso ou o Eduardo no PodCast sobre O Temor do Sábio, mas partindo do princípio de que concordo com essa afirmação, pra mim fica muito simples que algo muito ruim aconteceu com os amigos de Kvothe. Ele não presenciou a morte dos pais, presenciou a cena da carnificina. Isso ficou muito marcado em sua história e ele sempre tenta passar por ela de forma bem rápida quando conta sobre o fato ao cronista. De alguma maneira, quando tudo estava bom, com os amigos reencontrados, universidade paga, mulher amada reencontrada (final do segundo livro), por um descuido normal, talvez em uma comemoração assim como os pais estavam fazendo, os chandrianos ou O Chandriano (vai depender de como o Patrick abordará o fato pois acho que nem todos eles têm a tendência pra carnificina) os ataca e mata todos ou quase todos. O fato é que nesse momento, Kvothe se vê de novo com o mesmo sentimento que teve durante a morte dos pais, indefeso e sem forças pra revidar pois percebe que ele ainda não está preparado diante de tanto poder demonstrado pelo (s) chandriano (s). Como ele possui muito carinho e esmero para com as pessoas que ele gosta / ama, ele decide largar a universidade e a vida que tinha tentando ao máximo, esquecer das suas capacidades físicas e mentais. Escrevi perdidas entre aspas no início da minha escrita pois acho que elas não foram perdidas e sim deixadas de lado de tal forma que ele já não possui capacidade de invoca-las com tanta facilidade. E no meio disso tudo, haverá a morte de um rei sem a menor dúvida, até mesmo porque esse é o nome da crônica. E mais, na minha imaginação, concordo plenamente que este rei está relacionado com o maior inimigo de Kvothe dentro da faculdade, até mesmo porque em vários momentos o escritor deixa claro a posição na linha de sucessão para o trono.
    Espero ter contribuído um pouco com a discussão e estou aguardando mais PodCasts sobre os livros!!

  • Ruan (Akeda)

    E ai pessoal blz?

    Bem Gostei muito do podcast O nome do Vento, e quanto a pronuncia do nome Kvolth isso acho que é pessoal, eu falo “Kaunth” mas gostei de como vocês comentaram e sobre as suas ideias e teorias, me apaixonei assim que li a contra capa, quando ele fala sobre os nomes e tudo e tal… Cara é um livro fantástico! Não sei como não podemos nos apaixonar pela trama e pelos personagens. Infelizmente eu não conheço muita gente que leu o livro, por isso divulgo a todos os que eu encontro, Mas falando de umas teorias minhas… Acho que o mecenas da Denna é o Brendon pois quando Cronista fala dele o Kvoth tem raiva e tudo o mais, e que a Mãe do Kvothe é da Familia Lackles pois quando ele fala dela diz que ela não era de uma trupe e que pertencia a realeza, e quando ele tava cantando uma musica sobre ela, dizendo que ela guardava as joias do marido uma caixinha a mãe dele o censurou,também a Meluan Lackles tem raiva dos Edena Ru porque a irmã dela fugiu com um artista de trupe (o Arliden Pai do Kvothe). Acho que o Skarpi é um Amyr pois ele disse que ” tem amigos na Igreja”… enfim tem inúmeras teorias nas quais eu gostaria de conversar … Se tiver um grupo de whats ou algo no Facebook só falar que a gente comenta la..

    então é isso gostei ai dos Podcasts e vou parar por aqui se não eu nao paro hoje…

  • Ruan (Akeda)

    https://www.youtube.com/watch?v=_80uQPaDax8

    Aí pra galera que não sabe pronunciar Kvothe

    • E mais um que implica conosco sobre a pronúncia!
      Tirando isso, o que vc achou do programa, Ruan? Concorda com alguma das teorias? Tem alguma nova?
      Abraços

      • Ruan (Akeda)

        kkkkk não falei que vcs não sabem falar, só postei como o autor pronuncia, mas deixando isso de lado adorei os podcasts e as teorias, concordo com a que diz que os marcos do percurso são portais, mas a minha teoria é que eu acho que o Brandon é o mercenas da Denna, acho que tem um “q” de mistério nele, ele não me convence. Pra mim eu creio que o Kvoth conseguiu matar o gris e por algum motivo despontou essa guerra.

      • Ruan (Akeda)

        Boa noite equipe do Covil Geek

        sabe dizer se tem algum grupo do Whats que poderiamos conversar sobre livros… Mas se não tiver entra em contato comigo dai eu posso criar, vcs que sabem.

  • Henrique Faria

    Sobre o o Chandriano existir no “presente” ou não, na hora que o Cronista tenta convencer o Kvothe a contar sua história, o Cronista fala:
    ” – Há até quem diga que existe um novo Chandriano. Um novo terror na noite. Ele tem o cabelo vermelho como o sangue que derrama”
    Essa parte de um novo Chandriano não parece que o “original” já não existe mais ??

    Parabéns pelo podcast, muito bom mesmo !

    (Como descobri o podcast a pouco tempo, não sei se já houve essa discussão. Se sim, perdão pelo vacilo)

    • Não seria mais uma provocação ao Kvothe? A referência aos cabelos vermelhos para ser destinada a ele…

  • Doansel

    Não sei se vcs ainda estão lendo os comentários antigos, mas quero acrescentar uma coisa sobre as ações do Chandriano, Denna está escrevendo uma música sobre o Heliax que reconta sua origem fazendo ele parecer o mocinho da história, acho que eles estão tentando mudar a opinião as pessoas para que elas os recebam como heróis lendários.

    • Nao paramos de ler os comentários!
      A musica não parece ser mais destinada à Denna do que ao público em geral? Tipo, como se ele quisesse trazer a Denna pro lado deles?

      • Doansel

        Quando o Kvothe conta essa parte da história ele diz, “vcs com certeza já ouviram essa música, todo mundo ouviu”, a música se espalhou de um jeito que eu acho q o propósito dela sempre foi viralizar

  • Henrique Faria

    Verso do poeminha que o pai do Kvothe conta sobre os monólitos cinzentos:

    “Que se vai mais e mais fundo até o reino encantado.”

    Seriam portas entre os mundos ??

  • Diachinni

    Caras, vocês são fodas! Gostei pra caramba!
    Um ponto que acho que vocês não falaram: No fim, fim mesmo, de tudo, é claro que o Kvothe volta pra Feluriana não é? Claro que tem um milhão de coisas pra acontecer e serem solucionadas (espero que ele não morra resolvendo nada), mas depois que ele voltar (eu realmente espero que ele volte) a ser quem ele era, e resolver todas as paradas, acredito que o único fim louvável seria ele voltar pra Feluriana, já que inclusive ele prometeu pra ela que o faria. Claro que ainda precisamos entender o que houve com a Denna e tals, mas convenhamos, não dá pra ele terminar feliz pra sempre com a Denna. O Kvothe é uma lenda, e cara, que lindo terminar a vida ao lado da Feluriana. Eu não reclamaria.

    • Sim, seria clássico o Kvothe terminar voltando com a Feluriana, tipo Rei Arthur indo pra Avalon…

      • Diachinni

        Exatamente!

  • Paulo Henrique

    Olá, devo dizer que suas ideias são muito boas e conexas, adorei!
    Só gostaria de compartilhar minhas teorias mal acabadas: quanto ao seu poder e a ser O Kvothe, creio que sim, seja algo psicológico, como se ele se sentisse impotente, supondo que não ao tenha sido capaz de salvar Deena da morte, por exemplo, e desacreditou totalmente de suas capacidades, ficando no estado visto nos interlúdios; e na hora do baú, imediatamente me veio a ideia dele mesmo ter-se imposto essa condição, buscando ainda mais poder, (ou como forma de auto punição), algo lho como selar seu nome, sua essência e habilidades no baú e apenas recuperá-los se for capaz de abrir sua invenção nesse estado de descrença……
    Mas mesmo assim não sei o que esperar de as portas de pedra, pois, se for tão bom quanto o segundo livro, ficaremos impressionados novamente….

    • Paulo, em Patrick Rothfuss we trust! Até agora ele só entregou bons livros, inclusive os “spin-offs” da trilogia, então o Portas de Pedra será bom!
      Acreditamos também que o baú está intimamente ligado com a condição atual dele, se não diretamente, pelo menos metaforicamente.

  • Júlio Deran

    Muito foda as “teorias da conspiração” que vocês formularam e fuçaram por aí, haha!
    Realmente acredito que no mínimo 70% do desfecho segue essa linha ou ronda por ela,
    Sobre a questão de a Denna se prostituir ou não, eu tenho um adendo a fazer. Existe um trecho em que ela ajuda uma “Dama em Apuros”. Salva essa filha fujona de algum nobre das garras de um acompanhante abusivo e a leva para o salão de uma hospedaria (Se não me falha a memória). Lá ela aconselha a moça a seguir uma linha mais “Digna” de prostituição, dando si própria como exemplo. Enquanto isso, nosso frustado (Ou nem tanto) Kvothe acompanha td de uma mesa vizinha escondida.
    Pra mim ficou mais que explícito que Denna é sim uma acompanhante de luxo.
    E tanto pra mim quanto na perspectiva do Kvothe, foi melhor descobrir isso do que acreditar que ela rondava pelos braços desses nobres por outros motivos fúteis.
    Outro adendo é sobre Abenthy, que vcs acabaram não citando. Acredito que ele ainda terá muito efeito nessa história. É o típico presentinho que o autor deixa guardado pra nos dar quando menos esperamos.
    Também fico meio aflito com a negligência do autor com Moula e Manet.
    Como vocês mesmo disseram, nada vindo de Rothfuss é coincidência.
    Uma dica de podcast que dou pra vocês é sobre os possíveis atores e trilhas sonoras para a série ou filme baseada no livro. Tenho alguns bons exemplos de trilhas que se encaixariam perfeitamente.
    Contém cmg pra esse podcast.

    • Olá, Júlio. Nós acreditamos fortemente nessa linha da Denna, mas ainda reservamos uns 10% de dúvida porque o Patrick é sorrateiro.
      Anotamos sua ideia aqui. Quando estiver mais próximo do lançamento da série, podemos fazer essa discussão sim. Obrigado!

  • Hiago Neves

    depois de ler o segundo livro, passei a ver o Loren como um ademriano devido a sua falta de demostração de expressões faciais

    • Olá Hiago!
      GENIAL!!! Isso explicaria muita coisa! kkkkkkk
      Obrigado por comentar!

  • Gustavo Bacelar

    Li, ouvi e participei do cast.

  • Isa Prospero

    Eu tô só a nazaré tedesco depois desse cast https://goo.gl/VDYJUP
    Bom, por partes: Princess Bride <3
    Também acho que ele perdeu ou o nome ou parte dele, e por isso não consegue fazer mais o que fazia. Mas pode ser puramente psicológico tb: e com ctz a culpa afetou ele profundamente dessa vez – e parar de tocar, nesse caso, pode até ser sido uma punição que ele deu pra si mesmo. Mas tb li uma teoria de que aconteceu algo com o Alar dele (baseado no fato de que, quando se fala do aço Ramston nos livros, sempre se diz que ele é forte mas também quebradiço!).
    O Pat fala tanto do Ambrose lentamente se aproximando do trono que acho que pode ser até pra nos despistar, e depois não vai ser nada disso. Vai saber com esse fdp.
    Sobre Bast: não digo que ele não tenha algum objetivo maior, masss eu sempre achei que ele se importava muito com o Kvothe. Se fosse meramente uma questão de voltar o Kvothe à velha forma pra conseguir algo dele, acho que não teríamos cenas como ele cantando pro Kvothe adormecido no primeiro livro, ou quando ele fala ao final pro Cronista "só quero o meu Reshi de volta", à beira de lágrimas. Ele pooode estar fingindo, mas não vejo pq faria isso, e esses não atos de alguém que tá vivendo no meio do nada com um cara simplesmente pra conseguir alguma coisa dele. E esqueci quem disse, mas gosto tb da ideia de uma admiração "artística".
    Nunca pensei mto no Lorren, mas curti as teorias! Não acho que ele é do mal, mas agora me parece bem provável ele ter conhecimento do Chandriano/dos Amyr – lembrando que ele desincentiva o Kvothe a pesquisar sobre os Amyr *antes* do Kvothe ser banido da biblioteca, com a desculpa de que as pessoas podiam achar uma ocupação infantil (e se o Lorren realmente conheceu o Arliden em algum momento, isso explicaria pq também iria querer afastar o filho dele das mesmas investigações). Mas quanto ao banimento, todo mundo fala pro Kvothe que o cara surta quando alguém faz algo com os livros, então não está out of character pra ele ter afastado o Kvothe (pode ter sido mais um golpe de sorte o idiota do Kvothe ter dado uma desculpa pra isso).
    O grande Taborlin me parece uma lenda MUITO antiga. Essa teoria me parece mais do campo da viagem. rs
    Sobre a maldita caixa: será que não abre com o nome da pedra? E hoje em dia ele não consegue mais abri-la por não conseguir mais usar suas habilidades.
    PARÊNTESES SOBRE A DENNA: não concordo com o ódio em relação a ela (mesmo que não seja tão fã da personagem quanto o Edu, rs), apenas porque o KVOTHE NUNCA SE DECLAROU PARA ELA. É óbvio pra gente que ele é apaixonado por ela, mas ele disse várias vezes que nunca tentou nada pra não ser igual a todos os outros homens na vida dela, e há várias cenas em que ela fala algo do tipo "vc até podia forçar UM POUQUINHO MAIS, TÁ?" e o trouxa do Kvothe "ah ela não tava falando sério" e não faz nada. Acho que ela não sabe reconhecer que ele gosta dela, pq nenhum homem jamais se comportou assim com ela (e pq ela não tem uma grande autoestima). No próprio final do Nome do vento, quando ela tá meio drogada, fala umas coisas do tipo "vc nem pensa em mim", o que a gente sabe que é mentira, mas ela não. Fecha parênteses.
    Sobre o Kvothe estar sendo manipulado pelo Chandriano: da primeira vez que deixam ele vivo, depois de matar os pais dele, foi pq tiveram que fugir de alguém que estava chegando (imagino, os Amyr), não porque resolveram deixar o Kvothe vivo. Depois eles teriam "escolhido" o Kvothe pra manipular? Não sei, não me convenceu, rs. Mas que o fato da Denna estar sempre onde ele está tb é bem suspeito, não pode ser coincidência.
    Em conclusão: não sei de nada. Mas o cast foi super divertido! heheh

    • Essa parte é a mais legal, ficar teorizando tudo e viajar por horas e horas, não é exagero quando disse que quase toda conversa minha e do Basso(Edu aqui pra variar um pouco Xp) tem uma parte da gente teorizando, concordo plenamente com a parte da Denna e do K, dela não saber se ele gosta dela ou se é só amigo, tem sempre aquele papo de ele não achar ela pq ela tava procurando ele ao mesmo tempo, Sobre usar o K, bom, é a coisa mais aberta de todas, mas tudo se encaixa muito bem, e pra mim Bast é filho do K, e ele quer o pai dele no seu melhor, por amor, orgulho, seja qual for a motivação dele, esse cast foi divertidíssimo de gravar XD Que bom que tu gostou!!!

  • JULIA DO NASCIMENTO GOLFE

    Eu só sei que não aguento mais esperar!!! Eu li o Temor do Sábio em 2011 quando lançou, e senhooooor é desesperador… quer dizer que fazem 5 anos que ele teve pra escrever! Eu espero que o tempo de espera valha a pena!! Até porque tem muita história pra contar, a meu ver!!
    E quem sabe um dia, com a trilogia completa, venha o seriado ou os filmes!!!
    Gente, eu ouso a dizer que esta no nível de Tolkien!!! Só com os 2 primeiros livros, já considero pacas. hahahaha
    É uma droga sabe. As expectativas estão imensuráveis. E qualquer coisa é melhor do que cria-las.
    Enquanto isso, eu vou receitando ele para as pessoas da vida… já que Harry Potter esta na mente de todos, Kote não deveria ficar longe.
    Enfim, ótimo reviver esse mundo ouvindo as ideias de vocês!!!

    • Rodrigo Basso

      Olá, Julia!
      Só posso dizer uma coisa: eu conheço a sua dor!
      Espero que os podcasts estejam ajudando a matar um porquinho a saudades dos livros… bem, pelo menos comigo isso funciona!
      Obrigado por ouvir e comentar!
      Abraços

  • Udiney Vilela

    Oi, ótimo Podcast. Muito bom ver que alguma das minhas teorias também estão na cabeça de outros, e fiquei pasmo com a possibilidade dos demônios no fim das contas são os encantados, estou lendo o Audiolivro novamente do nome do vento e isso deu uma nova perspectiva.

    Gostaria de falar uma coisa do Elodin, ele foi o aluno mais novo a entrar na universidade, também foi o reitor mais novo mas acredito que ele não possa ser o grande Tamborlin. Durante a narrativa, as histórias que falam sobre ele são antigas quanto os Ruh de acordo com o Kvothe.

    Sobre o nome do Kvothe, ele o deu para Denna em verdade quando eles se encontraram na Eólica, acredito que ela o tenha traído em tê-lo dado para outra pessoa ou o obrigou a fazer algo – Matar o Rei, por exemplo. Kvothe só faria um ato tão inconsequente por ela.

    Sobre os Amyr e Chandrianos, tem uma coisa que me chamou muita atenção ouvindo o livro, depois de matar os pais do Kvothe os Chandrianos se foram depois de afirmar que os Amyr estavam chegando: Concordo com a Teoria dos Monólitos Cinzentos são portais, mas acredito que sempre que eles utilizam eles os Amyr são avisados.

    Sobre a teoria do Bast estar querendo manipular ele para o ritual para abrir as portas, acho difícil. Kvothe pode estar usando os poderes mas ele é esperto, muito esperto, ele nunca seria usado por tanto sem ligar um ponto ao outro. É Kvothe no fim das contas, ele não seria usado.

    Uma última coisa, se alguém quiser me dar uma opinião sobre os Edena Ruh, ficaria muito feliz. Eles são um mistério também. São tão antigos quanto qualquer cultura do livro mas apesar disso ninguém tem um respeito profundo por eles, mesmo nós através do livro termos certezas que eram artistas da melhor qualidade. Um fato curioso também por eles, se os Monolitos Cinzentos forem portais, os Ruh respeitem o que eles representam desde sempre em tradição. Kvothe nunca questionou isso por ser uma das tradições mais antigas da trupe de acordo com ele mesmo no livro.

    Enfim,

    Obrigado pelo cast galera, muito bom escutar coisas sobre nosso livro favorito. huSAUHuhashusa

    Ps: Se errei o nome de algo, perdão. Memória falha. Abraço.

    • Rodrigo Basso

      Olá, Udiney! Que bom que gostou do programa!

      Então, a teoria do Elodin ser o Grande Tarbolin seria na mesma ideia do Pirata Robert do filme A Princesa Prometida (The Princess Bride) de 1987. Se não assistiu esse filme, corra pra ver!

      Sobre alguém manipular o Kvothe, lembre-se da cena onde o Elodin durante a invasão ao quarto do Hemme diz pro Kvothe como é fácil manipulá-lo…

      Para ilustrar os Edena Ruh, vc pode pensar neles como os ciganos, principalmente os Europeus: são uma etnia itinerante, com uma cultura própria e com uma tradição de apresentações artísticas, mas que não eram bem vistos pelos outros países. Os ciganos inclusive foram alvos de grandes perseguições na Europa, inclusive pelo Nazismo.

      Obrigado por escutar!

  • King Buddy Holly
    • Rodrigo Basso

      Isso é fácil de resolver…

  • Fabio Bernardes

    Ola pessoal da covil, apesar de o podcast estar quase fazendo aniversario so vi ele hoje, gostei muito msm, mas tem alguns pontos q descordo e tal kkkk mas isso faz parte quando o assunto sao teorias, e se nao for muito chato da minha parte gostaria de comenta-los. Como foi dito e ja ficou provado nos livros os marcos do percurso sao sim portais para o mundo dos encantados, porem diferente do que foi dito por vcs os pais do kvouthe nao morreram por falar os nomes dos 7 proximo aos marcos, pelo contrario, os Edena usavam os marcos como pontos para paradas diariamente e acreditavam q eles os protegiam…no dia da morte da trupe eles foram obrigados a parar longe de um por causa de uma arvore no meio da estrada, portanto, longe da proteção dos monolitos, claro q nao sao os marcos em si q protegiam eles, mas sim os Amyr, pois como Feluriana disse nunca ouve Amyr humano, portanto se os 7 atacassem proximo aos marcos seriam rapidamente achados.

    • Rodrigo Basso

      Olá. Fabio! Sinta-se a vontade para concordar ou discordar, estamos aqui pra discutir o livro.
      Acho que passamos a impressão errada sobre os marcos de percurso. Considerando que são portais, levantamos a hipótese que o Chandriano pudesse usá-los para se locomover, não que dizer o nome de algum dos 7 perto deles aceleraria o processo.
      Qual parte do livro está provado que os marcos do percurso são portais? Nós achamos que são, mas é uma teoria, não me lembro onde isso fica provado no livro…
      Obrigado por ouvir e continue comentando.
      Abraços!

      • Fabio Bernardes

        Bem em momento algum eh dito nos livros “eles sao portais! ” porem existe 3 passagens q para mim comprovam isso, 1º quando o Simon e o Kvothe fazem uma aposta sobre os marcos do perculso serem símbolos pagãos ou somente marcos msm…durante a pesquisa no acervo, um dos livros do Simon sita monolitos em uma colina, onde durante a lua cheia pessoas poderiam entrar no mundo dos encantados…depois disso Feluriana confirma isso dizendo q durante a lua cheia os mundos se unem abrindo 1000 portas…e por fim o fato principal…quando Feluriana esta levando Kvothe de volta para o mundo mortal. Kvothe diz no livro…”Ela me conduziu pela froresta durante horas, ate chegarmos a um par de altos monolitos cinzentos.Levantou o capuz da minha shaed e me mandou fechar os olhos. Depois, conduziu-me por um pequeno circulo e senti uma mudança sutiu no ar. Ao abrir os olhos percebi q aquela nao era a msm floresta q eu estivera andando um momento antes…” acho q ai ja pode bater o martelo…kkk

        Tbm acho q os 7 usam os monolitos como portais…porem nao somente eles como tbm os Amyr…por isso q os pais do kvothe foram atacados longe dos monolitos, para q os 7 tivessem tempo antes dos Amyr chegarem…

  • Fabio Bernardes

    E completando o post, uma coisa meio teoria maluca… la vai…pra mim Dena eh Netalia lackess(que burro da zero pra ele)… vamos la..pq acho isso.
    Ponto um, oque sempre mais marcante na descrição da Dena pelo kvolthe? os labios, sempre vermelhos, sem uso de qqr coisa, e quando o Kvouthe conhece Meluan oque mais chama a atenção do cara? os labios vermelhos sem uso de qqr coisa…ponto 2…durante a briga entre o kvolthe e a Dena depois q ela mostra para ele a musica dela, ela grita para ele ” eu sei segredos esquecidos, coisas q nao ensinam na sua preciosa universidade”… ai tem…ponto 3…acredito de vdd que a Dena vai casar com o Ambrose, tendo isso em mente ela nao pode ser qqr uma… podemos se medo de errar colocar o Maer e o Ambrose no msm patamar portanto se foi uma luta achar uma mulher pro Maer pq pro Ambrose nao? e indo um pouco pro lado de GOT um pai nao tem q ser um Lanister para nao querer seu filho lorde casado com uma puta ainda mais se ele for virar rei..ela tem q ser alguem…e por ultimo mas nao menos importante minha intuição diz q Dena eh Netalia … afinal te tudo nas hitorias contadas no livro for real quem esta atras das portas de pedra eh o Iax, o 1º lackless entao eu pergunto qual o sentido de trancar alguem e dar a chave o poder de abrir a porta para a familia do cara? kkk
    bem ja falei de mais…fui

  • Anna

    Nem sei se alguém vai ler esse comentário, mas tá…

    Acho que é realmente o nome dele dentro do baú. Naquela parte que o Kote inventa a história do Cronista ele fala o seguinte: “O nome do rei supremo está escrito num livro de vidro, escondido numa caixa de cobre. E essa caixa fica trancada num grande baú de ferro, onde ninguém pode tocá-la.” Sobre o baú ser de ferro, a madeira do baú do Kvothe tem muito ferro e incrivelmente forte. Além de ser a mesma madeira da caixinha dos Lackless. A caixinha do nome da lua também é descrita como feita de ferro. Mas não sei, vai ver foi só uma história sem relevância.

    O Bast não é filho do Kvothe com a Feluriana: “Cronista, permita-me apresentar-lhe Bastas, filho de Remmen, Príncipe do Crepúsculo e dos Telwyth Mael.” E esse Remmen aparece no card game baseado na série.

    Tem um tal de Aleph que foi citado antes de o Kvothe começar a história: “No princípio, ao que eu saiba, o mundo foi tecido a partir do vazio inominável por Aleph, que a tudo deu um nome. Ou que, dependendo da versão da história, descobriu os nomes que todas as coisas já possuíam.” Depois na história do Skarpi fala que Selitos, Aleph, Iax e Lyra eram os maiores nomeadores. Depois, na segunda história, da a entender que todos, inclusive Selitos e Tehlu se ajoelhavam diante dele. Acho que também foi citado lá no Ademre, mas não lembro direito. Ele me deixou muito intrigada.

    Uma outra teoria que vi foi que a Feluriana disse que o Jax (o doido da lua) estava trancado além das Portas de Pedra e que ele tinha um “olhar mutável”. Que ele é o Luckess a gente já sabe, mas a teoria diz que Jax e Iax são a mesma pessoa e que o Kvothe tem o mesmo olhar mutável, já que foi bastante enfatizado que os olhos do Kvothe mudam de cor e ele até fala, não lembro quando, que tinha os olhos da mãe, que pode ser a Netália Leckless.

    Kvothe diz que a espada que ele ganha no Ademre tem pelo menos uns 2000 anos, porém naquela lista de nomes que ele teve decorar fala que um dos donos lutou em Drossen Tor, que foi aquela batalha que Lanre morreu pelo Draccus. O Ctaeh disse que o Chandriano vaga por aí há uns 5000 anos, ou seja, essa espada é velha pra cacete.

    Emfim, tem um milhão de torias nos fóruns e no Reddit a respeito desses livros, muitas fazem um puta sentido, outras nem tanto. Adorei o podcast.

    • Rodrigo Basso

      Olá Anna! Sempre lemos os comentários aqui, fique tranquila!

      Sobre as teorias, concordo com muitas que vc apresentou aqui. De fato, com a demora para publicar Portas de Pedra, cada vez mais teorias são criados pelo passado do Kvothe.
      Só nos resta esperar que o Patrick possa nos agraciar com uma resposta à altura de nossas expectativas!
      Obrigado por ouvir e comentar o podcast!

    • Felipe Migri

      Também acho, talvez Auri tenha dado a ele um novo nome;

      “Kote abanou a cabeça.
      ― Isso faz muito tempo…
      ― Não faz nem dois anos― Protestou o escriba.
      ― …eu não sou quem eu era― continuou Kote, sem nenhuma pausa.
      ― E o que era exatamente?
      ― Kvothe― ele respondeu com simplicidade, recusando-se a ser levado a outras explicações.― Agora sou Kote.”

      Claro que nesse contexto traz diversas interpretações, mas é algo para refletir.

      Fiquei muito curioso, afinal o cara é muito poderoso;

      Aproximaram-se de Aleph e ele os tocou. Tocou-lhes as mãos, os olhos e o coração. Na última vez que os tocou houve dor, e de suas costas brotaram asas, para que eles pudessem ir aonde quisessem. Asas de fogo e sombra. Asas de ferro e cristal. Asas de pedra e sangue. Então Aleph pronunciou seus nomes plenos e eles foram circundados por um fogo branco. O fogo bailou por suas asas e eles se tornaram ágeis. O fogo cintilou em seus olhos e eles enxergaram as profundezas do coração dos homens. O fogo lhes encheu a boca e eles entoaram canções de poder. Depois o fogo se instalou em sua testa como uma estrela de prata e eles se tornaram a um tempo justos e sábios e terríveis de contemplar. E então o fogo os consumiu e eles desapareceram para sempre da visão dos mortais. Ninguém senão os mais poderosos é capaz de vê-los, mesmo assim com grande dificuldade e correndo enorme perigo. Eles distribuem a justiça no mundo, e Tehlu é o maior de todos…”

      MEU, verdade, A matadora de poetas é um ponto que deve se ligar com o rei que ele mata, assim acredito.

      • Anna

        Achei uma coisaz a respeito da espada Insensatez.

        “A luz fluiu pelo bar, espalhando milhares de minúsculos princípios de arco-íris sobre as garrafas coloridas, e escalou a parede em direção à espada, como à procura de um último começo. No entanto, quando ela pousou na espada, não havia começo algum a ser visto. Na verdade, a luz refletida pela arma era opaca, polida e muito antiga. Ao contemplá-la, o Cronista se lembrou de que, embora fosse o início de um dia, era também final de outono e já principiava a esfriar. A espada reluziu com a percepção de que a aurora era um pequeno começo, comparado ao término de uma estação: ao término de um ano.”

        “A espada era alva e elegante. Ao se mover, cortou o ar com um som agudo. Fez-me lembrar o silêncio que cai sobre os dias mais frios do inverno, quando é doloroso respirar e tudo fica inerte. (…) Exceto os olhos. Esses eram negros como os de uma cabra, mas não tinham íris. Eram como sua espada, e nenhum dos dois refletia a luz da fogueira ou do sol poente.”

        Fiquei pensando se a Insensatez não seria a mesma espada que o Cinder/Gris/Ferule matou os pais do Kvothe. Mas isso implica que o Kvothe derrotou ou até matou ele.

        “– Tempi me disse que havia um rhinta entre os bandidos, como chefe deles.
        – Rhinta? – repeti, em tom respeitoso.
        – Uma coisa maléfica. Um homem que é mais que um homem, porém menos que um homem.”

        “― Algumas histórias o retratam como pouco mais do que um assassino que tem as mãos tingidas de sangue.
        ― Também sou isso ― disse Kote, virando-se para polir o balcão atrás do bar. Tornou a dar de ombros, não com a mesma desenvoltura de antes. ― Já matei homens e coisas que eram mais do que homens. Todos o mereceram.”

        Cara, to achando que Kvothe matou o Cinder. Duvido que ele é o rei (eu acho que o rei é o pai do Ambrose, apesar de quase ninguém achar isso rsrsrs).

  • Kvothe Son Of Arliden

    Este é o meu o 2º podcast favorito de todos os tempos sem dúvidas!

    Engraçado que já ouvi ele várias vezes e sempre me pergunto por que vocês não comentaram nada sobre o segundo encontro do Kvothe com o Cinder, vocês por um acaso cortaram?!

  • Mateus Folletto

    Eu vou começar a ler O Nome do Vento nessa próxima semana. Espero que não seja sofrível e maçante. Vejo todo mundo falando bem, e quando só falam bem claramente tem algo muito errado (efeito manada no caso).

    • Rodrigo Basso

      kkkkkkkk vc concorda com o Nelson Rodrigues? “Toda a unanimidade é burra”?

      Até agora eu não encontrei quem não tenha gostado do livro. Com certeza devem existir pessoas que não gostam, mas acho q elas não comentam. Isso acontece com muitas coisas (eu não ouço gente falando que Star Wars é uma merda ou que acha filhotes de cachorro/gato feios e sem graça, mas aposto meu salário que tem gente que acha isso).

      Depois conta pra gente o q achou do livro?

      Abraços!

      • Mateus Folletto

        Eu não gosto dos 2 últimos filmes de Star Wars e sempre digo isso quando alguém pergunta minha opinião sobre. Mas sim, concordo que toda unanimidade é burra, as pessoas costumam ir na onda pra não serem excluídas ou rejeitadas por amigos ou círculos sociais. Depois de finalizar eu volto pra comentar :v

        • Rodrigo Basso

          Então, Mateus? Terminou de ler?

          • Mateus Folletto

            Tava com uma cópia física d’O Imperador do Conn Inggulden e pensei “Vou deixar pra outra hora”. Tá até agora na outra hora. Me prendi sozinho em uma armadilha que só vou conseguir sair daqui um tempo.

  • Felipe Migri

    Meu, podcast legal, parabéns pessoal!

    Ultimamente acredito que a Auri seja a Princesa Ariel, tem uma teoria que traz ótimos pontos sobre isso.

    Uma teoria famosa é sobre o Kvothe ser o chandriano do silêncio, já leram? o que acharam?.

    O Pat disse que essa trilogia fecha o arco, mas terá outras historias nos Quatro Cantos, algum chute do que poderia vir?

    Também disse que é muito provável que o 3º seja menor que o 2º, o que acham disso?

    • Kvothe Son Of Arliden

      Eu simplesmente adoro essa teoria amigo Felipe! Cara essa é a maior teoria em termos de mindblow, pois se algo pelo menos desse tipo, mostra que Mister Rothfuss, tem culhões para fazer uma história de beleza sem igual é ainda assim sendo ela depressiva.

      E ele ainda pode demorar o livro, independente do tamanho, pois se esse ano ele vai relançar O Nome Do Vento, pode esperar pelo menos um ano; e o que espero é vai ser uma sequência de fatos e relatos muito bombásticos nesse terceiro livro, pois não há espaço hábil para desenvolver tanta coisa.

      Enfim, abraços Felipe, tudo de melhor sempre.

  • Camila Roque

    Embora as histórias do nome do vento cresçam, não imagino que seja somente quando o Kvothe quebrou o alaúde o que o “Simmon” viu, imagino que provavelmente ele fez algo muito pesado com o Ambrosio na universidade, como mata-lo. Tem uma parte que corrobora por isso, mas realmente não vou lembrar agora.
    O Simmon falaria algo sobre o Kvothe de forma superficial se tivesse tido a memória apagada ou algo assim, que voltou apenas porque ele estava bêbado (estava, né? Não me lembro direito). Ou porque se o Kvothe pode ter trancado o próprio nome e com isso apagado sua existência ou algo similar, sendo que os mitos sobre ele persistem por isso: porque são mitos. Acho pouco provável, mas vai que né.
    Sobre a maldição que o Kvothe se deu ao jurar pra Denna sobre não procurar mais sobre o mecenas, o Patrick não colocaria um juramento por nada. Concordo com a teoria que o Kvothe perdeu o nome e também que está “aprisionado” dentro da caixa, talvez ao perder o nome ele não tenha capacidade de recuperá-lo.
    Não tem como matar alguém do Chandriano porque o nome significa “os setes”. Assim, se um morrer, alguém teria que substituir. Talvez a Denna… e por isso a “traição”. Talvez o Kvothe.
    E se o pai do Ambrósio é chandriano e, ao morrer, por algum motivo, o Ambrósio vira um dos chandrianos?
    E se o rei que o Kvothe mata é ele mesmo? Como ele é da realeza, e tá mais alto na sucessão que o próprio Ambrósio (o casamento da tia com o Maer só fez com que ele ficasse mais perto ainda do trono) e ai ao prender o próprio nome ele de certa forma “se mata”, então se isso acontecesse ao virar rei, ele teria matado um rei.
    Achei ofensivo chamar o Loren de tia velha da biblioteca 🙁 Poxa, sou bibliotecária e nós somos tão legais (e eu sou nova) hahahaha

    • Rodrigo Basso

      ahushasuasuh! O tia velha da biblioteca não foi nada pessoal, Camila!

      Acho interessante a ideia que quando ele trancou o nome as pessoas meio q esqueceram dele, mas o Cronista consegue reconhecer, assim como o Skarpi e o próprio Bast. Não estou descartando a teoria, mas teria q ter uma explicação o porque disso (e algo melhor do que “o próprio Kote disse pra eles”).
      Descarto sim a teoria do Kvothe ser o próprio Rei que ele matou. De alguma forma, acho q isso precisa ser relacionado ao Ambrose para fazer sentido narrativo.
      Sobre o lance do Chandriano, isto achei interessante. Teria que matar todos ao mesmo tempo para acabar com o grupo de vez. Gostei disso! Ou talvez ao matar um eles já se debandem, já q precisa haver 7. Talvez matando o líder a maldição sobre os outros se desfaça? Não sei, mas isso abre mais possibilidades que eu não havia pensado.

      Abraços e obrigado por comentar!

      • Camila Roque

        Eu pensaria mais no sentido de ao matar um, quem conseguiu a façanha seria incorporado ao grupo ou algo do gênero, não sei.

  • Lucas

    E se o rei que Kvothe matou na verdade for um rei dos encantados? Lembra que Feluriana disse que existem duas facções em guerra e que ele ensina Bast que é da realeza e está la na verdade para “proteger” ele de alguma coisa, já que ele é muito mais poderoso que o Kvothe em termos de magia e não teria mais o que aprender com ele? Além disso, ele fala que os Scrael, a guerra, o “troca peles” tudo isso é por causa dele… E se a guerra for entre os encantados e os humanos? Por que qual sentido ter seres mágicos rodando por aí e ser culpa dele só por ele ter matado um rei humano? Por que além de tudo, Denna chama seu mecenas uma vez de “Mestre-Freixo Gris” e o Kvothe pode ter ido atrás do mecenas dela, descoberto que ele é um dos Chandriano, matado ele e por consequencia ele ser o rei de alguma facção dos encantados…

    • Rodrigo Basso

      Olá, Lucas!
      Pode ser sim, mas acho mais provável que o Rei que Kvothe mata seja o pai de Ambrose, uma vez que o Patrick dá tanto destaque de o quanto ele está subindo na linha de sucessão.