Falha Crítica 186 – Black Mirror Segunda Temporada!!!

Bem vindos amigos!!! E sim, vocês pediram e nossos pimpolhos, Edu, Basso e Ricardo se juntam pra falar dessa segunda temporada maravilhosa(ou não)! Descubram o motivo do Edu que não viu a série estar nesse podcast, O Ricardo mudando de opinião no meio do cast e o Basso chorando no canto de tristeza depois de cada episódio!!!

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  • Gustavo Bacelar

    Edu, vou cobrar roialts pelo uso indevido do meu “Jargão”,
    mas assim como vc eu ouvi o cast mas não vi o seriado.

    Pra falar a verdade, estou doido pra assitir, mas estou com um pouco
    de medo de ficar pensando demais nas verdades que vou receber na cara.

    De toda fora toda a ideia, ate mesmo a explicação do titulo do seriado “Black Mirror” é muito bacana. Quando assistir volto aqui para fazer minhas considerações.

    Parabens pelo cast 🙂

  • LívCat

    Olá meninos…
    Black Mirror é 20/20 sem dúvida.

    Estou no começo da terceira temporada, e sem dúvida essa é uma das grandes séries sobre tecnologia. O que eu acho mais foda na série é que para mim todas essas tecnologias são futuros possíveis.

    Concordo com vocês sobre haver camadas com reflexões nos episódios da série. E isso é o que torna a série mais interessante. Ela não é só entretenimento, ele faz você pensar sobre o futuro da tecnologia e o comportamento das pessoas diante desses novos recursos.

    1° ep – Volto Já – Eu não curto muito esse episódio. Mas eu entendi essa questão que vocês apresentam de não saber lidar com o luto. Achei um pouco forçado ela não se livrar dele, manter aquela “sombra” no sótão.

    2° ep – Urso Branco – Acho que o White Bear trás uma incrível visão do que é certo e o que é errado. Você vê o desespero de uma pessoa, e toma o lado dela, e no fim você descobre que ela está sendo punida por um crime hediondo. Mesmo após saber sobre o crime eu fico pensando que tudo aquilo ainda é muito cruel. Até que pontos vamos ao querer justiça com as próprias mãos, ao infligir tortura ou condenar outra pessoa a morte? A primeira impressão que eu tive foi de que era uma crítica as postagens de crimes e desastre, assim como vocês, e por isso o final foi tão impressionante para mim. É o ep. que mais me faz refletir sobre a sociedade em que vivemos.

    3° ep – Momento Waldo – Eu achei o pior episódio. Mas o final com certeza foi bom. Um ponto interessante é que apesar de o Waldo dizer o que quer, na verdade ele não é ele mesmo. Acho que o grande conflito da personagem é o fato de que mesmo no papel do Waldo ele não pode ser ele mesmo, ele está depressivo por ser um fracassado, quando ele começa a ser alguém significante em sentido profissional ele se apaixona fica feliz e simplesmente estraga tudo. É um pequeno conflito entre o que te faz feliz o que você precisa fazer. Ele precisa ser o Waldo, mas o que faz ele feliz é a mocinha. Ele escolhe a mocinha e se fode. O cara que faz o “patrão” do Waldo, e que acaba assumindo o personagem no final é o Jason Flemyng (http://www.imdb.com/name/nm0002076/) que faz algumas das minhas comédias inglesas favoritas ( Jogos, trapaças e dois canos fumegantes, snatchs). O ator que faz o político também é conhecido, mas não consigo lembrar de outros trabalhos dele.

    4° ep- Natal – O melhor de tudo é esse último episódio, onde você pode ver referências aos outros episódios, por exemplo, um dos expectadores do encontro tem o nick “I’m Waldo”, e podemos ver o recurso de computador no olho como na primeira temporada, mas sem o recurso de armazenamento de memórias, entre outras referências que eu vi na hora, mas das quais não me lembro agora. Acho que não tem muito que eu posso dizer sobre esse ep. que vocês já não disseram, meu gostei tanto que vou dizer mesmo assim (hahahha). É um ótimo ep. que só se torna previsível na parte final quando o cara começa a narrar o próprio crime, podemos imaginar que o outro cara está extraindo a verdade dele, e ainda assim me surpreendeu no final o cara sendo bloqueado por outras pessoas e ainda sendo identificado com um bloquei especial vermelho, e voltando ao caso do Urso branco, temos outra forma punitiva, que não visa a ressocialização, mas nesse caso acaba decretando a morte da pessoa, afinal o que somos nós em uma sociedade que não nos reconhece como uma pessoa, onde somos anulados completamente. Podemos dizer que temos 3 histórias (o encontro, a mente virtual, e o caso do bloqueio) distintas que se interligam e explicam a história central. Cada uma das histórias trás questões próprias para reflexão. Fodarástico.

    Acho que a segunda temporada é pau a pau com a primeira. Talvez o Ricardo esteja achando que a 1° temporada seja melhor por causa daquela falsa impressão psicológica que temos ao lidarmos com algo novo. O primeiro encantamento talvez te deixe preso e ao mesmo tempo torne os outros mais fáceis de digerir. Você já vai pronto para a segunda temporada, já sabe o que esperar, e não tem mais o mesmo nível de encantamento, o que faz pensarmos que a primeira seja melhor. (Comparem isso com jogar Demon’s Souls e achar que é o jogo mais difícil do mundo, e depois jogar Dark Souls 2 e achar q não foi tão difícil. Óbvio que não vai ser, por que você já conhece a mecânica do jogo).

    Crítica: Muito depressiva essa música que vocês escolheram (mas isso é gosto pessoal) =) . E o áudio está muito desnivelado.
    Dica: usem o Levelator (http://www.conversationsnetwork.org/levelator) para nivelar os áudios dos participantes.

    É isso…

    Muito Boa essa conversa meninos.
    Até a próxima temporada.
    Bjss

    • Rodrigo Basso

      Nossa, LivCat, muito obrigado pelo comentário gigante! Adoramos quando os ouvintes tiram um tempo pra escrever pra gente! XD!!!

      Assistindo a temp. 3 percebi que os primeiros ep. de cada temp. possuem uma discussão mais íntima mesmo e a maioria das pessoas divergem bastante sobre eles.

      Muita gente com quem eu tenho conversado acha o White Bear o melhor ep. até agora, com uma das críticas mais contundentes à nossa sociedade. Eu ainda acho que o especial de Natal é o melhor de todos, não são por tb abordar a temática sobre a punição não corretiva (como vc muito bem apontou), mas também pq acho o roteiro melhor construído, cheio de reviravoltas e camadas. A grande surpresa pra mim foi quando ele vê a filha… fazia tempo que eu não era TÃO enganado assim!

      Sobre a nivelação do áudio, usamos o Levelaton quando gravamos em faixas separadas (no Covil de Livros, por exemplo), mas no Falha Crítica gravamos tudo numa faixa só, por isso a diferença de som. Normalmente isso não é um problema porque usamos todos o mesmo microfone, mas nesse não sabemos o que aconteceu…

      Bem, muito obrigado mesmo pelo feedback e sinta-se a vontade para comentar sempre!!!!

      Abraços

      Ps: já estamos pensando na gravação da temp 3